14 de abril de 2015

É amor!

Me pego amando
Rindo, saltitando
E me indago a cada longo suspiro
Onde estás, amado de minh'alma?

Não, não
Não é pele, desejo ou desespero
É afeto, vida e zelo
Aquele afago embalado e eternizado
Que me traz uma paz tão boa
Pense num sossego

Dessa vez o amor não foi mendigado
A atenção não foi exigida
Pois a simples presença silenciosa
Nos satisfaz e se compraz 
Na existência do ser amado







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